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MensagemEnviado: Sáb Mai 25, 2013 2:27 pm 
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Registrado em: Ter Set 18, 2012 6:10 pm
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«El protagonismo del Ingeniero Agrimensor en las obras de ingeniería».
Rosario Aldo Oscar MANGIATERRAM, Argentina; Córdoba Armando DEL BIANCO, Argentina
«Palabras claves: «mediciones en ingeniería, estructura geométrica, tolerancias constructivas, obras civiles, obras industriales.»

«Descubrí Agrimenura»: «Agrimensura, una carrera a tu medida».
«Si estudiás Agrimensura podés.»
Fuente: Consejo de Agrimensura de la Provincia de Buenos Aires. http://www.descubriagrimensura.org.ar/

«¿Dónde Estudiar Agrimensura?»:
Fuente: Comisión Nacional Permanebte de Estudiantes de Agrimensura (CONAPEA).
http://www.conapea.com.ar/2018/05/donde ... nsura.html

«Be a Surveyor: Colleges and Universities»:
Source: National Society of Professional Surveyors (NSPS). https://beasurveyor.com/colleges-and-un ... shikXHT2O8

Citação:
Matemática e mais Engenheiros, sem Redução de Engenharias
____________________________________________________________

Pesquisa destinada à «elaboração do Planejamento Estratégico do Ministério Público Brasileiro (PEN-MP) para os próximos dez anos».
Fonte: Planejamento Estratégico Nacional. Ministério Público 2020/2029 http://www.cnmp.mp.br/pen/

«Entstehung einer Norm»
Quelle: Deutsche Institut für Normung e.V. (DIN). https://youtu.be/qX_LGgKXAi8

«¿Sabés a qué se dedica un ingeniero?»
Fuente: Faculdade de Ingeniería. Universidad de Buenos Aires, desde 1870. http://www.fi.uba.ar/sites/default/file ... A_H264.mp4

«200 Jahre Kataster - Film und Interviews»
«Grundstücke und Grenzen: Der Kataster feiert 200. Geburtstag»

Quelle: Bundesamt für Eich- und Vermessungswesen (BEV). Wien, Österreich. http://www.bev.gv.at/portal/page?_pagei ... ema=PORTAL

«Não Unificação da Engenharia de Agrimensura com a Engenharia Cartográfica». viewtopic.php?f=12&t=2064

«Referenciais Internacionais em Agrimensura: Instituições de Ensino». viewtopic.php?f=12&t=2114

«Referenciais Internacionais em Cartografia: Instituições de Ensino». viewtopic.php?f=12&t=3349

«Ingeniería en Agrimensura, más que una Profesión, un Estilo de Vida». http://ingeniagrimensura.wixsite.com/agrim

Facultad de Ciencias Exactas y Naturales y Agrimensura (FACENA) de la Universidad Nacional del Nordeste (UNNE) http://exa.unne.edu.ar/). Corrientes. República Argentina

Universidad Católica de Córdoba – Rep. Argentina – Ingeniería em Agrimensura 5 años. Plan de Estudios: https://www2.ucc.edu.ar/carreras/ingeni ... grimensura

Más Universidades donde se dicta Ingeniería en Agrimensura en la República Argentina: http://www.agrimensores.org.ar/v1/index ... versidades

Formación Profesional al Instituto Geográfico Nacional (IGN) de la República Argentina: http://www.ign.gob.ar/AreaServicios/Cap ... rofesional

Universidad donde se dicta Ingeniería en Geomensura en el Estado de Chile: http://fing.utem.cl/carreras-ingreso-ps ... eomensura/
Fuente: Universidad Tecnológica Metropolitana del Estado de Chile (UTEM)

Universidad donde se dicta Surveying Engineering en Estados Unidos: http://wilkesbarre.psu.edu/academics/surveying
Fuente: Pennsylvania State University (Penn State) http://www.psu.edu/

Universidad donde se dicta Carrière du Arpenteur-Géomètre
Fuente: Université Laval http://www.tutecherches.ca/?page_id=576
La profession: https://www.youtube.com/watch?list=PL1X ... hGI_UHn4U4

Universidad donde se dicta Carrière d’ingénieur géomètre
Fuente: Ordre des Géomètres-Expert http://geometre-expert.fr/oge/les-forma ... s-stu_5182

«Le cursus d’ingénieur géomètre».
Source: Ordre des Géomètres-Expert http://www.geometre-expert.fr/oge/les-f ... s-stu_5182

«Engineering surveyors»
Source: Surveyor’s Board. Queensland. Australia. https://sbq.com.au/about-surveyors/engi ... -surveyor/

«Arpentage des terres du Canada»
Source: Ressources Naturelles Canada. Gouvernement du Canada. http://www.rncan.gc.ca/sciences-terre/g ... nada/10798

«Famous Land Surveyors»
Source: Point to Point Land Surveyors https://www.pointtopointsurvey.com/2016 ... surveyors/

Eventos da Agri(=Geo)mensura=L'arpentage=Geomensura=Surveying=Vermessungswesen
viewtopic.php?f=12&t=2462


23 de abril: día del Ingeniero Agrimensor en Argentina.
4 de junio: día del 'Engenheiro Agrimensor' en Brasil.
21 de junio: día del Ingeniero Geomensor en Chile.

https://soundcloud.com/user-625455264/a ... -propiedad


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Programas de Matemática e de Estatística à formação básica em Engenharia
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL
1 – FUNÇÕES
1.1 – Conceito de Função. Argumento. Função Inversa
1.2 – Gráficos de Função. Pontos Característicos do Gráfico de uma Função
1.3 – Gráficos das Funções Trigonométricas
1.4 – Gráficos da Elipse, da Parábola do 2º grau, do Elipsóide de Revolução, da Podaria da Elipse e da Espiral Clotóide
1.5 – Limites
1.6 – Infinitésimos
1.7 – Continuidade das Funções
2 – DIFERENCIAÇÃO DE FUNÇÕES
2.1 – Derivada de Função
2.2 – Derivada de Função Inversa
2.3 – Derivada de Função dada na Forma Paramétrica
2.4 – Derivada de Função Implícita
2.5 – Aplicações das Derivadas
2.6 – Derivadas de Ordens Superiores
2.7 – Diferencial de Função
2.8 – Teoremas do Valor Médio
2.9 – Fórmula de Taylor
2.10 – Regra de L’ Hospital
3 – GEOMETRIA DIFERENCIAL NO PLANO
3.1 – Curvas Planas
3.2 – Equação de uma Curva em Coordenadas Cartesianas: Forma Implícita, Forma Explícita e Forma Paramétrica
3.3 – Equação de uma Curva em Coordenadas Polares
3.4 – Elementos Locais de uma Curva
3.5 – Diferencial do Arco
3.6 – Concavidade e Convexidade de uma Curva
3.7 – Curvatura de uma Curva e Raio de Curvatura
3.8 – Pontos de Inflexão
4 – EXTREMOS DE FUNÇÃO
4.1 – Extremos da Função de um Argumento
5 – INTEGRAL INDEFINIDA
6 – INTEGRAL DEFINIDA
7 – FUNÇÕES DE DIVERSAS VARIÁVEIS
7.1 – Continuidade
7.2 – Derivadas Parciais
7.3 – Diferencial Total
7.4 – Derivação de Funções Compostas
7.5 – Derivadas e Diferenciais de Ordens Superiores
7.6 – Derivação de Funções Implícitas
7.7 – Fórmula de Taylor para Funções de Diversas Variáveis
7.8 – Funções de Variáveis Complexas
7.9 – Fórmula de Taylor para Funções de Variáveis Complexas
7.10 – Comprimento de Arco de uma Curva
8 – GEOMETRIA DIFERENCIAL NO ESPAÇO TRIDIMENSIONAL
8.1 – Curvas do Espaço Tridimensional
8.2 – Equação de uma Curva no Espaço Tridimensional: Forma Implícita, Forma Explícita, Forma Paramétrica e Forma Vetorial
8.2 – Superfícies
8.3 – Equação de uma Superfície: Forma Implícita, Forma Explícita, Forma Paramétrica e Forma Vetorial
8.4 – Coordenadas Curvilíneas ou de Gauss
8.5 – Plano Tangente e Reta Normal
8.6 – Primeiras Quantidades Fundamentais de Gauss
8.7 – Curvatura de uma Superfície
8.8 – Linha Geodésica em uma Superfície
9 – INTEGRAIS MÚLTIPLAS E CURVILÍNEAS
10 – SÉRIES
10.1 – Séries Numéricas
10.2 – Séries de Funções
10.3 – Série de Taylor
10.4 – Séries de Fourier
11 – EQUAÇÕES DIFERENCIAIS

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BARANENKOV, G.; DEMIDOVITCH, B.; EFIMENKO, V.; FROLOV, S.; KOGAN, S.; LUNTZ, G.; PORSHNEVA, E.; SHOSTAK, R.; SITCHEVA, E.; YANPOLSKI; A. Problemas e Exercícios de Análise Matemática. 5ª ed. Tradução do original russo por J. C. Engrácia Gama de Oliveira (1977). Moscovo: Mir, 1986.

BOYER, C. B.; MERZBACH, U. C. História da Matemática. 3ª ed. São Paulo: E. Blücher, 2012.

BRONSTEIN, I. N.; MUSIOL, G.; MÜHLIG, H.; SEMENDJAJEW, K. A. Taschenbuch der Mathematik. 10., überarbeitete Auflage. Haan-Gruiten: Europa-Lehrmittel, Edition Harri Deutsch, 2016.

BRONSTEIN, I.; SEMENDIAEV, K. Manual de Matemática para Engenheiros e Estudantes. 2ª ed. Traduzido do original russo por Felix Valois Guará Bezerra (1979). Moscovo: Mir, 1984.

CARMO, M. Differential Geometry of Curves and Surfaces. Prentice Hall, 1976.

HENDERSON, D. W. Differential Geometry: a Geometric Introduction. 1st ed. Prentice Hall, 1998.

KAPLAN, W. Cálculo Avançado. São Paulo: E. Blücher, 1972.

LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3ª ed. São Paulo: Harbra, 1994.

MILLMAN, R.S.; PARKER, G. D. Elements of Differential Geometry. Prentice Hall, 1977.

SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. Pearson, 1987.

GRANVILLE, W. A.; SMITH, P. F.; LONGLEY, W. R. Elementos de Cálculo Diferencial e Integral. 10ª ed. Âmbito Cultural, 2013, 704 p. ISBN :9788586742262

SADOSKY; GUBER. Elementos de Cálculo Diferencial e Integral. Editorial Alsina.


ÁLGEBRA LINEAR
1 – ESCALAR
2 – ÁLGEBRA VETORIAL
2.1 – Vetor Base e Componentes
2.2 – Operações com Vetor
2.3 – Espaço Euclidiano de Dimensão n
2.4 – Produto Escalar ou Produto Interno e Produto Vetorial
2.5 – Vetor Posição
2.6 – Norma Euclidiana de Vetores
2.7 – Ortogononalidade e Ortonormalidade de Vetores
3 – ÁLGEBRA MATRICIAL
3.1 – Operações com Matrizes
3.2 – Matriz Nula
3.3 – Matriz Quadrada
3.4 – Matriz Diagonal
3.5 – Matriz Identidade
3.6 – Transposição
3.7 – Matriz Simétrica
3.8 – Posto de uma Matriz
3.9 – Determinante de uma Matriz
3.10 – Inversa Ordinária de uma Matriz
3.11 – Matriz Ortogonal
3.12 – Problema Valor Próprio Generalizado e Problema Valor Próprio Especial
3.13 – Teorema da Decomposição Espectral
3.14 – Teorema da Decomposição Espectral da Matriz Simétrica Real (Teorema de Jordan)
3.15 – Inversa Generalizada de Moore-Penrose
3.16 – Formas Bilinear e Quadrática
3.17 – Matriz Positiva Definida e Matriz Positiva Semidefinida
3.18 – Matriz Raiz Quadrada
3.19 – Matriz Idempotente
3.20 – Traço de Matriz
4 – DIFERENCIAÇÃO COM VETORES E COM MATRIZES
4.1 – Derivada da Forma Bilinear
4.2 – Derivada da Forma Quadrática
5 – LINEARIZAÇÃO PELA SÉRIE DE TAYLOR
5.1 – Linearização de função de um argumento
5.2 – Linearização de função de vários argumentos
5.3 – Linearização de várias funções de vários argumentos escritas na forma vetorial


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra Linear com Aplicações. 10ª ed. Bookman, 2012.

BRONSON, R. Matrizes. Lisboa: McGraw-Hill, 1993.

COLLEY, S. J. Vector Calculus. 2nd ed. Prentice Hall, 2002.

HÖPCKE, W.; KRÜGER, J. Zur Berechnung der Pseudoinversen. Zeitschrift für Vermessungswesen, Stuttgart, v. 106, n. 10, p. 543-552, 1981.

SHIFRIN, T. Multivariable Mathematics: Linear Algebra, Multivariable Calculus and Manifolds. Hoboken: J. Wiley, 2005.

WANG, S. –G.; SCHOW, S. –C. Advanced Linear Models: Theory and Applications. New York: M. Dekker, 1994.


CÁLCULO NUMÉRICO
1 – NÚMEROS
1.1 – Números Decimais
1.2 – Arredondamento de Números
1.3 – Potências de 10 e notação científica
2 – SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES E POLINOMIAIS
2.1 – Tipos de sistemas de equações lineares quanto à solução
2.2 – Sistema possível e determinado
2.3 – Sistema possível e indeterminado
2.4 – Sistema impossível
2.5 – Métodos diretos de solução
2.6 – Método de eliminação de Gauss
2.7 – Solução por equação na forma matricial
2.8 – Métodos iterativos
2.9 – Método iterativo de Gauss-Seidel
3 – EQUAÇÕES ALGÉBRICAS E TRANSCENDENTES
3.1 – Localização de raízes
3.2 – Teorema de Bolzano
3.3 – Método da dicotomia ou bissecção
3.4 – Método de Newton-Raphson ou Método das Tangentes
4 – INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL
4.1 – Polinômio interpolador na forma de Lagrange
4.2 – Polinômio interpolador na forma de Newton
5 – AJUSTAMENTO DE FUNÇÕES PELO MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS
5.1 – Forma quadrática fundamental do Método dos Mínimos Quadrados
5.2 – Domínio discreto
5.3 – Função aproximadora da forma da equação do 1º grau
5.4 – Função aproximadora da forma da equação do 2º grau
5.5 – Função aproximadora da forma da equação do 3º grau
5.6 – Generalização do domínio discreto
5.7 – Domínio contínuo
6 – INTEGRAÇÃO NUMÉRICA
6.1 – Fórmulas de Newton-Cotes
6.2 – Fórmula dos Trapézios
6.3 – Fórmula de Simpson Um Terço
7 – APLICAÇÃO DO MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS NA SOLUÇÃO DE SISTEMA DE EQUAÇÕES LINEARES EM QUE O NÚMERO DE EQUAÇÕES É MAIOR QUE O NÚMERO DE INCÓGNITAS

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FRANCO, N. M. B. Cálculo Numérico. Pearson-Prentice Hall, 2006.

GERALD, C. F.; Wheatley, P. O. Applied Numerical Analysis. 7th ed. Pearson, 2003.

HUMES, A. F. P. C.; MELO, I. S. H.; YOSHIDA, L. K.; MARTINS, W. T. Noções de Cálculo Numérico. Mc Graw-Hill do Brasil, 1984.


ESTATÍSTICA UNIVARIADA
1 – PROBABILIDADE APLICADA À ESTATÍSTICA
1.1 – Variável Aleatória
1.2 – Valor Esperado ou Esperança Matemática ou Expectância da Variável Aleatória
1.3 – Variância, Covariância e Coeficiente de Correlação Linear
1.4 – Distribuição Central Contínua de uma Variável Aleatória
1.5 – Distribuição normal ou Gaussiana
1.6 – Distribuição t de Student
1.7 – Distribuição Qui-quadrado
1.8 – Distribuição F de Snedecor
1.9 – Distribuição Binomial
1.10 – Distribuição de Poisson
1.11 – Distribuição Exponencial
1.12 – Equivalências das distribuições de probabilidades
1.13 – Distribuição Não-central Contínua de uma Variável Aleatória
1.14 – Parâmetro de não-centralidade
1.15 – Distribuição normal não-central
1.16 – Distribuição F de Snedecor não-central
2 – ESTIMAÇÃO DE PARÂMETROS
2.1 – Amostragem e Distribuição Amostral
2.2 – Estatísticas
2.3 – Média
2.4 – Variância e Desvio Padrão
2.5 – Estimador e Estimativa
2.6 – Propriedades dos Estimadores
2.7 – Estimativa da Média Aritmética pelo Método dos Mínimos Quadrados
2.8 – Estimação por Ponto
2.9 – Estimação por Ponto da Média Aritmética e da Média Ponderada da População
2.10 – Estimação por Ponto da Variância da População
2.11 – Estimação por Ponto do Desvio Padrão da População
2.12 – Erro Médio Quadrático (root mean square: rms)
2.13 – Estimação por Intervalo de Confiança
2.14 – Intervalo de Confiança para a Média da População
2.15 – Intervalo de Confiança para a Variância da População
2.16 – Intervalo de Confiança para o Desvio Padrão da População
3 – INFERÊNCIA ESTATÍSTICA
3.1 – Hipótese Básica e Hipótese Alternativa
3.2 – Erro Tipo I, Erro tipo II, Nível de Significância e Nível de Confiança
3.3 – Testes de Hipóteses
4 – ANÁLISE DA VARIÂNCIA (ANOVA)
4.1 – Método de Duncan
4.2 – Método de Tukey
4.3 – Método de Scheffé
5 – CORRELAÇÃO
6 – REGRESSÃO


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARA, A. B.; MUSETTI, A. V.; SCHNEIDERMANN, B. Introdução à Estatística. São Paulo: E. Blücher, 2003.

BENNING, W. Statistik in Geodäsie, Geoinformation und Bauwesen. Heidelberg: Wichmann, 2002.

COSTA, S. F. Introdução Ilustrada à Estatística. 5ª ed. São Paulo: Harbra, 2013.

COSTA NETO, P. L. O. Estatística. 2ª ed. São Paulo: E. Blücher, 2002.

FORBES, C.; EVANS, M.; HASTINGS, N.; PEACOCK, B. Statistical Distribuitions. 4th ed. Hoboken: J. Wiley, 2010.

HELENE, O. A. M.; VANIN, V. R. Tratamento Estatístico de Dados em Física Experimental. 2ª ed. São Paulo: E. Blücher, 1991.

KOTZ, S.; READ, C. B.; BALAKRISHNAN, N.; VIDAKOVIC, B., JOHNSON, N. L. Encyclopedia of Statistical Sciences. 2nd ed. Hoboken: J. Wiley, 2005.

MEYER, P. L. Probabilidade: Aplicações à Estatística. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.


ESTATÍSTICA MULTIVARIADA
1 – FUNDAMENTOS DA ESTATÍSTICA MULTIVARIADA
1.1 – Vetor Aleatório Multivariado
1.2 – Esperança Matemática do Vetor Aleatório
1.3 – Matriz de Covariâncias Associada ao Vetor Aleatório
1.4 – Matriz de Desvios Padrões Associada ao Vetor Aleatório
1.5 – Matriz de Correlações Associada ao Vetor Aleatório
1.6 – Variância de Combinação Linear de Variáveis Aleatórias
1.7 – Amostra do Vetor Aleatório: Matriz de Dados
1.8 – Vetor de Médias Amostrais
1.9 – Matriz de Covariâncias Amostrais
1.10 – Matriz de Desvios Padrões Amostrais
1.11 – Matriz de Correlações Amostrais
1.12 – Variáveis Aleatórias Padronizadas
1.13 – Densidade Normal Multivariada
1.14 – Distâncias Estatísticas
1.15 – Verificação de Normalidade de Distribuição: Teste de Filliben
1.16 – Verificação de Normalidade de Distribuição: Teste das Distâncias Quadráticas Generalizadas
2 – INFERÊNCIA EM VETOR DE MÉDIAS: COMPARAÇÃO DE VETORES DE MÉDIAS DE UMA POPULAÇÃO
2.1 – Teste de Hipóteses e Estatísticas
2.2 – Região de Confiança
3 – INFERÊNCIA EM VETOR DE MÉDIAS: COMPARAÇÃO DE VETORES DE MÉDIAS DE VÁRIAS POPULAÇÕES
3.1 – Comparação de Vetores de Médias de Duas Populações: Casos das Amostras Pequenas e Grandes sob a Suposição de que as Matrizes de Covariâncias Populacionais sejam Iguais entre si
3.2 – Comparação de Vetores de Médias de Duas Populações: Casos das Amostras Pequenas sob a Suposição de que as Matrizes de Covariâncias Populacionais sejam Diferentes entre si (Problema de Behrens-Fisher)
3.3 – Comparação de Vetores de Médias de Duas Populações: Casos das Amostras Grandes
3.4 – Comparações Emparelhadas (“Paired T2 – test”)
3.5 – Comparação de Vetores de Médias de Várias Populações pelo Modelo da Multivariate Analysis of Variance (MANOVA)
4 – ANÁLISE DE COMPONENTES PRINCIPAIS
4.1 – Componentes Principais Populacionais
4.2 – Componentes Principais obtidas de Variáveis Aleatórias Normais Multivariadas
4.3 – Componentes Principais Populacionais obtidas de Variáveis Aleatórias Padronizadas
4.4 – Componentes Principais Amostrais
4.5 – Interpretação Geométrica das Componentes Principais Amostrais
4.6 – Componentes Principais Amostrais obtidas de Variáveis Aleatórias Normais Padronizadas
5 – ANÁLISE FATORIAL
5.1 – Modelo Fatorial Ortogonal
5.2 – Estrutura da Covariância para o Modelo Fatorial Ortogonal
5.3 – Comunalidade e Variância Específica
5.4 – Métodos de Estimação: Método dos Fatores Principais e Método da Máxima Verossimilhança
5.5 – Interpretação dos Fatores
5.6 – Escores Fatoriais e Métodos de Estimação dos Escores Fatoriais
5.7 – Análise Fatorial de Correspondência
6 – ANÁLISE DISCRIMINANTE
6.1 – Discriminação e Classificação de Duas Populações pelo Método de Fisher
6.2 – Discriminação de Diversas Populações
7 – ANÁLISE DE AGRUPAMENTO (CLUSTER)
7.1 – Medidas de Similaridade e Dissimilaridade
7.2 – Método de Agrupamento Hierárquico
7.3 – Ligações: Ligações Simples e Ligação Completa
7.4 – Método de Agrupamento Não Hierárquico: Método das k Médias
8 – INFERÊNCIAS EM MATRIZES DE COVARIÂNCIAS
8.1 – Teste de Equivalência de duas Matrizes de Covariâncias
8.2 – Teste de Equivalência de Correlações em uma Matriz de Correlações
8.3 – Teste de Equivalência de Várias Matrizes de Covariâncias
8.4 – Teste de Equivalência de Vários Vetores de Médias
8.5 – Teste de Equivalência de Várias Matrizes de Covariâncias
9 – ANÁLISE DE CORRELAÇÃO CANÔNICA
9.1 – Variáveis Canônicas e Correlações Canônicas
9.2 – Pares de Variáveis Canônicas
9.3 – Determinação das Variáveis Canônicas e das Correlações
9.4 – Determinação das Variáveis Canônicas e das Correlações para Variáveis Padronizadas
9.5 – Interpretação das Variáveis Canônicas Populacionais
9.6 – Identificação das Variáveis Canônicas
9.7 – Interpretação Geométrica da Análise de Correlação Canônica Populacional
9.8 – Variáveis Canônicas Amostrais e Correlações Canônicas Amostrais
10 – REGIÃO DE CONFIANÇA E COMPARAÇÕES SIMULTÂNEAS DE MÉDIAS COMPONENTES DE VETOR
10.1 – Determinação da Região de Confiança
10.2 – Método de Bonferroni para Comparações Múltiplas

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANDERSON, T. W. An Introduction to Multivariate Statistical Analysis. 3rd ed. Hoboken: J. Wiley, 2003.

BALAKRISHNAN, N.; NEVZOROV, V. B. A Primer on Statistical Distributions. Hoboken: J. Wiley, 2003.

BRONSON, R. Matrizes. Lisboa: McGraw-Hill, 1993.

CHATFIELD, C.; COLLINS, A. J. Introduction to Multivariate Analysis. 1st ed. Boca Raton: Chapman & Hall, 2000.

EVANS, M.; HASTINGS, N.; PEACOCK, B. Statistical Distributions. 3rd ed. Hoboken: J. Wiley, 2000.

FILLIBEN, J. J. The Probability Plot Correlation Coefficient Test for Normality. Technometrics, v. 17, n. 1, p. 111-117, 1975.

HUBERTY, C. J.; OLEJNIK, S. Applied MANOVA and Discriminant Analysis. 2nd ed. Hoboken: J. Wiley, 2006.

JACKSON, J. E. A User’s Guide to Principal Components. Hoboken: J. Wiley, 2003.

JOHNSON, R. A.; WICHERN, D. W. Applied Multivariate Statistical Analysis. 6th ed. Pearson, 2008.

KAISER, H. F. The Varimax Criterion for Analytic Rotation in Factor Analysis. Psychometrika, 23, p. 187-200, 1958.

KOCH, K. R. Parameter Estimation and Hypothesis Testing in Linear Models. 2nd ed. Berlin: Springer, 1999.

KOTZ, S.; READ, C. B.; BALAKRISHNAN, N.; VIDAKOVIC, B., JOHNSON, N. L. Encyclopedia of Statistical Sciences. 2nd ed. Hoboken: J. Wiley, 2005.

KOTZ, S.; BALAKRISHNAN, N.; JOHNSON, N. L. Continuous Multivariate Distributions. 2nd Hoboken: J. Wiley, v.1: models and applications, 2000.

MANLY, B. J. F. Métodos Estatísticos Multivariados: uma introdução. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.

MARDIA, K. V.; KENT, J. T.; BIBBY, J. M. Multivariate Analysis. 1st ed. London: Academic Press, 1980.

MARQUES, J. M. O método da Análise de Componentes Principais na Detecção e Identificação de Outliers Múltiplos em Fototriangulação. Curitiba, 1993. Tese (Doutorado em Ciências Geodésicas) – Departamento de Geociências, Universidade Federal do Paraná, 1993.

MCLACHLAN, G. F. Discriminant Analysis and Statistical Pattern Recognition. Hoboken: J. Wiley, 2004.

MORRISON, D. F. Multivariate Statistical Methods. 3nd ed. New York: McGraw-Hill, 1990.

SEBER, G. A. F. Multivariate Observations. Hoboken: J. Wiley, 2004.

SRIVASTAVA, M. S. Methods of Multivariate Statistics. Hoboken: J. Wiley, 2002.

WACKERNAGEL, H. Multivariate Geostatistics: an introduction with applications. 3nd ed. Berlin: Springer, 2003.


ERROS DE OBSERVAÇÃO E MÉTODO DA PROPAGAÇÃO DAS COVARIÂNCIAS
1 – CLASSIFICAÇÃO DOS ERROS
1.1 – Erros Grosseiros
1.2 – Erros Sistemáticos
1.3 – Erros Acidentais (Desvios Aleatórios de Medição)

2 – ANÁLISE DOS RESULTADOS DE MEDIÇÃO
2.1 – Precisão, Correção e Acurácia

3 – MÉTODO DA PROPAGAÇÃO COVARIÂNCIAS
3.1 – Estimação da Precisão do Ângulo Horizontal Horário
3.2 – Estimação da Precisão da Área e da Precisão do Perímetro
3.2 – Estimação da Precisão da Abscissa e da Precisão da Ordenada de um Ponto

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BENNING, W. Statistik in Geodäsie, Geoinformation und Bauwesen. 4.Auf. Heidelberg: Wichmann, 2011.

COSTA NETO, P. L. O. Estatística. 2ª ed. São Paulo: E. Blücher, 2002.

GHILANI, C. D. Adjustment Computations: Spatial Data Analysis. 5th ed. Hoboken: J. Wiley, 2010.

GROUS, A. Eléments d'analyse de la fiabilité et du contrôle de qualité: Statistiques appliquées par l'exemple. Hermès-Lavosieur, 2013.

HUGHES, I. G.; HASE, T. P. A. Measurements and their Uncertainity: Practical Guide to Modern Error Analysis. Oxford University Press, 2010.

JOFFIN, C.; LAFONT, F.; MATHIEU, E. Le guide de métrologie pour les laboratoires. Paris: Lexitis, 2015

JOINT COMMITTEE FOR GUIDES IN METROLOGY (JCGM). Évaluation des données de mesure – Guide pour l'expression de l'incertitude de mesure. Sèvres: JCGM, 2008.

NIEMEIER, W. Ausgleichungsrechnung: statistische Auswertemethoden. 2.Aufl. Berlin: W. de Gruyter, 2008.

SCHMIDT, H. Was ist Genauigkeit? – Zum Einfluss systematischer Abweichung auf Mess- und Ausgleichungsergebnisse –. Vermessungswesen und Raumordnung. Bonn, v. 59, n. 4, p. 212-226, 1997.

VUOLO, J. H. Fundamentos da Teoria de Erros. 2ª ed. São Paulo: E. Blücher, 1996.

____________________________________________________________
Matemática, do lat. mathematica, deriv. do gr. mathematike https://www.mat3matica.com/
Dia da Matemática https://www.facebook.com/revistanovaesc ... =1&theater
Só Matemática http://www.somatematica.com.br/index2.php
____________________________________________________________

«Alguns Equívocos Docentes no Uso da Matemática em Cursos de Engenharia». João Bosco Laudares (PUC-MG).
« É finalidade da graduação formar profissionais que saibam pensar e que sejam capazes de tomar decisões. Quando se trata do profissional de engenharia, o saber pensar se efetiva no saber modelar e no saber ler resultados; são estes dois saberes que sustentam a tomada de decisões. Admitida essa finalidade, os autores deste artigo e também pesquisadores se puseram a pergunta: Como a Matemática pode ser usada para formar o profissional da engenharia? ... a engenharia trabalha com modelos, em conseqüência, o engenheiro tem de saber modelar e tem de saber interpretar resultados...»
Fonte: Revista Educação em Questão, v. 19, n. 5, p. 55-68, 2004.
http://www.periodicos.ufrn.br/educacaoe ... /8642/6221
http://www.periodicos.ufrn.br/educacaoe ... /view/8642

____________________________________________________________


Citação:
«Coordenadoria Nacional das Câmaras de Agronomia manifesta preocupação com a qualidade do ensino no Brasil».
Fonte: CONFEA. Brasília, 26 de setembro de 2018 http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 072&sid=10



Citação:
«IV Congreso Argentino de Ingeniería. X Congreso Argentino de Enseñanza de la Ingeniería».
Fonte: Consejo Federal de Decanos de Ingeniería de la República Argentina (CONFEDI). Córdoba, 19 al 21 de Septiembre 2018. Áreas Temáticas: https://cadi.org.ar/areas-tematicas/

Citação:
«Confea contribui para a reforma das Diretrizes Curriculares da Engenharia».
Fonte: CONFEA. Brasília, 17 de julho de 2018. http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 868&sid=10

Citação:
«Confea ratifica compromisso com a defesa da qualidade da educação superior e a valorização profissional».
Fonte: CONFEA. Brasília, 12 de julho de 2018. http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 855&sid=10

Citação:
«Proposta de Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Engenharia».
Fonte: ABENGE – MEI/CNI. Brasília, janeiro de 2018. http://www.abenge.org.br/file/PropostaD ... EI_CNI.pdf

Citação:
«Profissionais debatem nova proposta de diretrizes curriculares para a Engenharia».
Fonte: CONFEA. Brasília, 26 de junho de 2018. http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 28&sid=10#

Citação:
«Diretrizes educacionais para a Engenharia» .
Fonte: CONFEA. Brasília, 14 de junho de 2018.
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 811&sid=10

Citação:
«Conselhos Federais divulgam manifesto pela valorização do ensino superior»
«... Fórum Permanente sobre o Ensino Superior na Visão dos Conselhos Federais de Profissões Regulamentadas...».
Fonte: CONFEA. Brasília, 24 de novembro de 2017.
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 562&sid=10

Citação:
«OAB e Confea juntos em defesa da qualidade do ensino superior».
Fonte: CONFEA. Brasília, 26 de outubro de 2017.
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 24&sid=10#

Citação:
«Ciam aprova documento que defende livre circulação de profissionais no Mercosul».
Fonte: CONFEA. Brasília, 13 de novembro de 2015.
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 903&sid=10

Leer más: Normativa y Documentos Oficiales.
http://www.mercosur.int/innovaportal/v/ ... -oficiales

Citação:
«“Barreiras para melhorar a educação brasileira são políticas”, diz economista do Banco Mundial».

«No Brasil, entretanto, além da baixa remuneração e da falta de recompensas por um serviço de qualidade, os professores são mal treinados para gerenciar o tempo em sala de aula. Isso leva ao baixo foco dos alunos nos conteúdos (apenas 24% do tempo de aula, enquanto o ideal é que seja por volta de 80%) e ao pouco aprendizado».
Fonte: EXAME Fórum Educação 2015. Publicação de Veja, em 15 de setembro de 2015.
http://veja.abril.com.br/noticia/educac ... co-mundial

Citação:
«Mais próximo do registro temporário comum entre Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai»
Fonte: CONFEA. Brasília, 18 de agosto de 2015.
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 633&sid=10

Citação:
«Ordem dos Engenheiros de Portugal e Confea tratam do trânsito profissional entre os dois países»
Fonte: CONFEA. Brasília, 17 de março de 2015.
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm

-----------------------------------------------------------------------------------------
Ordem dos Engenheiros (http://www.ordemengenheiros.pt/pt)

Associação Nacional de Topógrafos (http://www.ant.pt)
-----------------------------------------------------------------------------------------
Engenharia Topográfica
Escola Superior de Tecnologia e Gestão. Instituto Politécnico da Guarda
Plano de estudo: (http://www.estg.ipg.pt/cursos.asp?curso=6)

Licenciatura em Engenharia Topográfica
Universidade do Algarve. Instituto Superior de Engenharia (http://www.ise.ualg.pt).
Plano de Estudos: (http://ise.ualg.pt/home/pt/content/lice ... ca-bolonha).

Escola Profissional de Ciências Geográficas
Técnico de Cartografia (http://www.epcg.pt/home/cursos-profissi ... artografia).
Topógrafo-Geómetra (http://www.epcg.pt/home/cursos-profissi ... o-geometra).
-----------------------------------------------------------------------------------------
Engenharia Geográfica (http://enggeografica.fc.ul.pt).
Plano de Estudos (http://enggeografica.fc.ul.pt/1-ciclo.htm).
Licenciatura acreditada pela Ordem dos Engenheiros (http://www.fc.up.pt/lic_eg).
-----------------------------------------------------------------------------------------
O CONFEA e o MEC/CNE deveriam ver como é a formação profissional de Engenheiros em Portugal. Poderemos adiantar que:
1) Engenharia Geográfica ~ Engenharia Cartográfica;
2) Engenharia Topográfica ~ Engenharia de Agrimensura.

No nível de Técnico, há em Portugal as formações profissionais, entre outras:
1) Técnico de Cartografia;
2)Técnico Topógrafo-Geómetra.
Essas formações profissionais são distintas.
-----------------------------------------------------------------------------------------
Citação:
"Campanha “Contrate um engenheiro” valoriza profissionais do Sistema
Fonte: CONFEA. Brasília, 22 de julho de 2015.
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 496&sid=10


"Brasil precisa ensinar matemática bem e ter mais engenheiros, diz CNI"
Fonte: Uol, publicado em Instituto de Engenharia, 21-5-2013.

http://www.ie.org.br/site/noticias/exib ... s,-diz-CNI

“Brasil precisa ensinar matemática bem e ter mais engenheiros, diz CNI”
Fonte: Uol Economia, 21-5-2013.
http://economia.uol.com.br/noticias/red ... heiros.htm


"Diretrizes do ensino de Engenharia em debate"
Fonte: CONFEA, em 21-3-2014.
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 817&sid=10

Citação:
"Conselheiros federais debatem inserção internacional do Sistema Confea/Crea".
"...integrantes da Ciam (Comissão de Agrimensura, Agronomia, Arquitetura Geologia e Engenharia para o Mercosul) falarão sobre mercado de trabalho na Argentina, no Uruguai e no Paraguai".
Fonte: CONFEA, em 26-1-2015.
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 595&sid=10

Citação:
"Especialistas da CIAM Brasil buscam adequar currículos das profissões registradas no Sistema Confea/Crea".
Fonte: CONFEA, em 10-8-2014.
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 206&sid=10

Citação:
"Confea e CNE refletem sobre o futuro da educação no país".
"Diretrizes curriculares e harmonização de nomenclaturas de cursos".
"Ead e revalidação de diplomas".
Fonte: CONFEA, em 22-1-2015.
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 589&sid=10

Citação:
"Caminhos para a formação tecnológica".
Fonte: CONFEA, em 20-1-2015. http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 588&sid=10

Citação:
" Profissão Professor: O que funciona em sala de aula ".
Fonte: João Batista Araujo e Oliveira (org.). Instituto Alfa e Beto.
http://www.alfaebeto.org.br/wp-content/ ... rafica.pdf
"As dificuldades em matemática são em grande parte responsáveis por que muitos jovens não prossigam carreiras técnicas, como de contabilista ou engenheiro." (op. cit., p.137).
"Há várias matérias consideradas necessárias para estudantes que concluem o ensino obrigatório. Aqui entram noções de perspectiva e de geometria no espaço tridimensional, por exemplo. Mas vários países têm chegado à conclusão de que a álgebra é uma matéria decisiva e um calcanhar de Aquiles a que deve ser dada especial atenção, pois é uma matéria cuja fraca assimilação tem prejudicado os jovens pela vida afora, seja na continuação dos estudos seja na vida profissional." (op. cit., p. 145).
Fonte: Melhorar o Ensino da Matemática com Ferramentas do Século XXI. Nuno Crato. Prof. de Matemática e Estatística no Instituto Superior de Economia e Gestão. (op. cit., p. 135-182).

Citação:
" Só 15% dos alunos do ensino fundamental têm bom desempenho em ciências.
Pesquisa da Unesco com alunos de 4º e 7º anos de quinze países da América Latina e Caribe mostra que o Brasil também patina em matemática e leitura ".
Fonte: Marcela Mattos, de Brasília. Veja, em 4-12-2014.
http://veja.abril.com.br/noticia/educac ... m-ciencias

Citação:
Sistema Educativo de Qualidade no Brasil
https://www.youtube.com/watch?v=TykeNMk86wE#t=790

Citação:
" "A escola perdeu sua função social no Brasil", diz estudioso"
Fonte: Bianca Bibiano. Veja, em 10-11-2014.
http://veja.abril.com.br/noticia/educac ... -estudioso

Citação:
" Cristovam Buarque : “O povo brasileiro não dá importância à educação” "
Fonte: Marcelo Gonzatto. Jornal Zero Hora, em 1º-3-2015.
http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/no ... 09539.html

Citação:
"Conheça dez áreas com escassez de mão de obra"
Fonte: Luís Guilherme Barrucho. BBC Brasil, em 4-9-2014.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticia ... cassez_lgb

Citação:
"Ingeniería en Agrimensura obtuvo la máxima acreditación universitaria"
Fuente: Prensa Institucional de la Universidad Nacional del Litoral (UNL) - Argentina, en 24-6-2014
http://www.lt10digital.com.ar/noticia/i ... taria.html

Citação:
"Confea e Conselho Nacional de Educação (CNE) promovem seminário em dezembro".

Fonte: CONFEA, em 17-6-2014.
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 116&sid=10
http://normativos.confea.org.br/ementas ... m=conteudo

Citação:
" 60% dos engenheiros não trabalham na área, diz estudo da CNI "

Fonte: Ayr Aliski. O Estado de São Paulo, em 9-4-2014
http://economia.estadao.com.br/noticias ... 1627,0.htm

Citação:
"Confea e Febrae representam o Brasil em reunião sobre Engenharia em Paris".

Fonte: CONFEA, em 8-4-2014.
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 858&sid=10

France fournit d'excellents exemples de l'Ingénierie pour le monde.
Référentiel de la Profession de Géomètre-Expert na França
http://www.geometre-expert-paris-idf.co ... entiel.pdf
Référence: Conseil Régional de Paris Ile-de-France de L’Ordre des Géomètres-Experts (http://www.geometre-expert-paris-idf.com).
Les Ecoles d'Ingénieurs Françaises
Diplom d’Ingénieur-Géomètre:
http://www.geometre-expert-rhone-alpes.fr/ecoles.html
1) Institut National des Sciences Appliquées de Strasboug (INSA)
http://www.insa-strasbourg.fr/fr/ingeni ... pographie/
2) Ecole Supérieure des Géomètres Topographes (ESGT)
http://www.esgt.cnam.fr
3) Ecole Spéciale des Travaux Publics (ESTP)
http://www.estp.fr
http://www.estp.fr/reaxia_files/plaquet ... e_2009.pdf
http://www.estp.fr/page.php?cat=20&item=ingenieurs

Citação:
“IV Simpósio do Fórum de Conselhos Federais aprova Carta de Pirenópolis”

Fonte: CONFEA, em 4-4-2014.
http://www.confea.org.br/media/CARTA%20PIRENOPOLIS.pdf

Citação:
Diretrizes do ensino da Engenharia em debate no CONFEA
Comissão de Educação e Atribuição Profissional (CEAP)
Conselho Nacional de Educação (CNE)

Fonte: CONFEA, em 13-3-2014.
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 783&sid=10

Citação:
Mais engenheiros

Fonte: Instituto de Engenharia.
http://www.ie.org.br/site/noticias/exib ... ngenheiros

Citação:
" Entidades criticam 'currículo engessado' "

Fonte: Lilian Primi. O Estado de São Paulo, em 28-4-2013
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 6423,0.htm

Citação:
" 'Derrepentemente', mais engenheiros "

Fonte: Miguel Jorge. Jornal O Estado de São Paulo, 10 de junho de 2013.
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 0718,0.htm

Citação:
“Desafios do conteúdo nacional foi o tema da segunda edição do seminário Caminhos da Engenharia Brasileira”

Fonte: Instituto de Engenharia.
http://www.institutodeengenharia.org.br ... Brasileira

________________________
"Proposta de incentivo à formação de engenheiros no Brasil", de Roberto Leal Lobo e Silva Filho.
Fonte: Instituto Lobo
http://www.institutolobo.org.br/imagens ... rt_052.pdf

«OCDE: Brasil está entre os que menos gastam com ensino primário, mas tem investimento ‘europeu’ em universidade».
Fonte: BBC Brasil, em 12-9-2017.
http://www.bbc.com/portuguese/brasil-41236052

“Febre por educação leva famílias a vender apartamentos na Ásia”
Fonte: BBC Brasil, em 18-10-2013.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticia ... a_fn.shtml

“Cursos superiores podem ser 'desperdício' no Brasil, diz estudioso”
Fonte: BBC Brasil, 9-10-2013
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticia ... s_ru.shtml

“ 'Geração do diploma' lota faculdades, mas decepciona empresários”
Fonte: BBC Brasil, 9-10-2013
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticia ... s_ru.shtml

__________________________________________________________________
Qual a vantagem para o Brasil na unificação da Engenharia de Agrimensura com a Engenharia Cartográfica?

Nenhuma. Haverá o desserviço da Engenharia à Sociedade. País desenvolvido é o país que possui o seu sistema cartográfico eficiente. O legislador preocupou-se com isso na elaboração da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (art. 21, inciso XV: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/co ... tuicao.htm).

O Brasil continuará com deficiências na produção de cartas geográficas. E a atualização das cartas existentes? E as cartas em escalas maiores para as regiões metropolitanas? E para a Regularização Fundiária? As atividades cartográficas são específicas da Engenharia Cartográfica e não são atividades específicas da Engenharia de Agrimensura que no próprio termo está jacente o verbo «mensurar». É necessário que se deem condições para a Engenharia Cartográfica cumprir a sua missão principal que é produzir cartas geográficas em todas as suas especificidades de temas e escalas.

Se isso não ocorrer ter-se-á de introduzir a Engenharia Geográfica para cumprir a referida missão. A profissão de Engenheiro Geógrafo já existe no Brasil. A profissão de Engenheiro Geógrafo (Eng. Geog.) possui o código 161-07-00. Veja o Anexo da Resolução nº 473, de 26 de novembro de 2002, do CONFEA: "Institui Tabela de Títulos Profissionais do Sistema Confea/Crea e dá outras providências". Última data da atualização da tabela: 31-3-2017. Os títulos profissionais estão no Anexo: http://normativos.confea.org.br/downloa ... 473-02.pdf.

Citação:
A Valorização Profissional pelo CONFEA. Carta Declaratória da 70ª Soea. 11-9-2013

http://www.confea.org.br/media/Carta_De ... 70Soea.pdf

__________________________________________________________________
Referenciais Internacionais em Agrimensura: Instituições de Ensino
viewtopic.php?f=12&t=3349

Referenciais Internacionais em Cartografia: Instituições de Ensino
viewtopic.php?f=12&t=3349

Distinção entre Agrimensura (=Geomensura=Arpentage=Surveying=Vermessungswesen) e Cartografia (=Cartografía=Cartographie=Cartography=Kartographie).
viewtopic.php?f=12&t=148

Instituições de Cartografia (=Cartografía=Cartographie=Cartography=Kartographie) no Mundo (diferentes de Instituições de Agrimensura)
Instituições de Agrimensura (="Geomensura"=«Arpentage»="Surveying"="Vermessungswesen") no Mundo (diferentes de Instituições de Cartografia)

viewtopic.php?f=12&t=2114

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Um dos "rumos certos" da Engenharia Nacional é valorizar a Engenharia de Agrimensura, valorizar a Engenharia Cartográfica e valorizar a Geografia como um dos conjuntos de pilares do desenvolvimento nacional. Esses três pilares devem sempre ser independentes e harmônicos, tanto no que se refere ao ensino, como também à profissão.

Leia mais:

L’arpenteur-géomètre.

Source: Université Laval – Canada. http://www.tutecherches.ca/?page_id=576

¿Qué Hacen los Agrimensores? «What Surveyors Do»
https://www.bls.gov/ooh/architecture-an ... .htm#tab-2
http://nsps.site-ym.com/?page=WhatSurveyorsDo
«Employment of surveyors, by state, may 2016». https://www.bls.gov/oes/current/oes171022.htm#st

No Marrocos : "Le rôle du géomètre-expert dans la sauvegarde du patrimoine culturel".
Remarquez-vous: Géomètre-expert = Ingénieur Géomètre Topographe = Engenheiro Agrimensor = Ingeniero en Agrimensura = Ingeniero en Geomensura.
http://www2.geometre-expert.fr/index.ph ... &Itemid=68
http://www2.geometre-expert.fr/images/s ... /UAG_3.pdf

¿Qué Hacen los Cartógrafos y Fotogrametristas? «What Cartographers and Photogrammetrists Do»
https://www.bls.gov/ooh/architecture-an ... .htm#tab-2
«Employment of surveyors, by state, may 2016». https://www.bls.gov/oes/current/oes171021.htm

¿Qué Hacen los Geógrafos? «What Geographers Do»
https://www.bls.gov/ooh/life-physical-a ... .htm#tab-2
«Employment of surveyors, by state, may 2016». https://www.bls.gov/oes/current/oes193092.htm

_____________________________________________________________________
Citação:
Na Alemanha:

Agrimensura ("Vermessungswesen") é diferente de Cartografia ("Kartographie").
Veja os cursos que formam os respectivos Bacharéis de Engenharia.

Cursos na Alemanha que correspondem à Engenharia de Agrimensura no Brasil:
1) Vermessungswesen (B. Eng.) em Berlin, Bochum, Dessau, Neubrandenburg e Anhalt:

Vermessungswesen (Bachelor of Engineering)
http://www.hs-anhalt.de/nc/studium/stud ... wesen.html
http://www.hs-anhalt.de/uploads/tx_bwhs ... sen_03.pdf

Vermessungswesen und Geomatik
Beuth Hochschule für Technik Berlin. University of Applied Sciences
Dauer: 6 Semester
Titel: Bachelor of Engineering
“Das Bachelorstudium Vermessungswesen und Geomatik an der Beuth Hochschule in Berlin geht normaler Weise über 6 Fachsemester. Der Fachbereich 3 ist zuständig. Es ist kein Vorpraktikum erforderlich. Nach erfolgreichem Studium schließen die Studierenden den Bachelorstudiengang mit den Titel Bachelor of Engineering ab.”
http://www.berlin-studis.de/fachhochsch ... matik.html

2) Vermessung und Geoinformatik (B. Eng.) em Stuttgart
3) Vermessung und Geoinformatik (Diplom FH) em Würzburg
4) Vermessung und Geomatik (B. Sc.) em Karlsruhe
5) Vermessung und Liegenschaftsmanagement (B. Eng.) em Bochum
6) Geoinformatik und Vermessung em Mainz
7) Geoinformatik und Vermessungswesen em Dresden

Citação:
Cursos na Alemanha que correspondem à Engenharia Cartográfica no Brasil:

1) Kartographie (B. Eng.) em Berlim
Vermessungswesen und Geomatik
Kartographie und Geomedien
Dauer: 6 Semester
Titel: Bachelor of Engineering
“Das Bachelorstudium Kartographie und Geomedien an der Beuth Hochschule in Berlin geht normaler Weise über 6 Fachsemester. Der Fachbereich 3 ist zuständig. Ein Vorpraktikum ist nicht erforderlich, es werden aber Fachspezifische Vorkenntnisse empfohlen. Nach erfolgreichem Studium schließen die Studierenden den Bachelorstudiengang mit den Titel Bachelor of Engineering ab.”
http://www.berlin-studis.de/fachhochsch ... tml#Profil

2) Kartographie und Geomatik (B. Sc.) em Karlsruhe

3) Geoinformation und Kartographie (B. Eng.) em Dresden
Fonte: (Fach)Hochschul Et Weiterbildungsportal Deutschland
http://www.fachhochschule.de/FH/Fachhoc ... swesen.htm
Geoinformation und Kartographie (B. Eng.) em Dresden: https://www.htw-dresden.de/fakultaet-ge ... aenge.html

4) Kartographie und Geomedientechnik (Bachelor of Engineering) em Munique: http://www.geo.hm.edu/studienangebote/k ... ht.de.html

Mais informações em: http://www.fachhochschule.de/FH/Fachhoc ... raphie.htm
“Bachelorstudiengang Kartographie: Studenplan” (na Alemanha)
TECHNISCHE UNIVERSITÄT DRESDEN
Fonte: (http://tu-dresden.de)
Bachelorstudiengang Kartographie und Geomedietechnik und Diplomstudiengang Kartographie
O plano de Estudos está no endereço:
http://tu-dresden.de/die_tu_dresden/fak ... tundenplan
Kartographieausbildung: Stand, Anforderungen und Perspektiven
Vejam o estudo elaborado pelo Prof. Dr. Wolf Günther Koch em 26-9-2007 que está disponível em:
http://ig.webpublic.de/archiv/2007/Koch.pdf
Veja como são os cursos de graduação em Agrimensura (Vermessungswesen) e em Cartografia (Kartographie) na Alemanha:
http://www.fachhochschule.de/FH/Fachhoc ... swesen.htm
http://www.hochschule-bochum.de/fileadm ... fo0304.pdf
_________________________________________
Leia mais:

Citação:
“Apesar do alto o índice de procura, evasão dos cursos de engenharia é grande, revela estudo”

Fonte: CONFEA
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe ... 949&sid=10

O artigo traz informações importantes, das quais se destacam as seguintes: "Segundo dados de 2010 da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), o Brasil tem seis engenheiros para cada mil pessoas economicamente ativas no país, enquanto a Coreia do Sul tem 80, os Estados Unidos, 40 e o Japão, 26. Em 2005, de todos os formandos no Brasil, cerca de 5% eram da área de engenharia. Este número na Coreia do Sul chega a 27,5%. “Na máquina pública desses países, eles têm de 70% a 80% de engenheiros nos quadros. Só 20% são de outros profissionais. E eles colocam essa quantidade porque a engenharia, em qualquer lugar do mundo, responde por no mínimo 70% do PIB do país."

Leia também:
Citação:
“Carência de engenheiros no Brasil é a maior em 30 anos”

Fonte: Instituto de Engenharia
http://ie.org.br/site/noticias/exibe/id ... a/6794/Carência-de-engenheiros-no-Brasil-é-a-maior-em-30-anos

_____________________________________________________________________
Citação:
Não à redução de Engenharias.

Não-unificação da E. de Agrimensura com a E. Cartográfica
viewtopic.php?f=12&t=2064

Cartografia não é Agrimensura (="Surveying"="L'Arpentage").
viewtopic.php?f=12&t=1987

Instituições de Cartografia no mundo.
viewtopic.php?f=12&t=2114

Federación Internacional de Agrimensores: ¿Quién son los agrimensores?
Fédération Internationale des Géomètres (FIG): Qui est Géomètre ?
International Federation of Surveyors: Who are surveyors?
Internationale Vereinigung der Vermessungsingenieure: Was sind Vermessungsingenieure?
Международная Федерация Геодезистов: Информационная страница: Кто такие геодезисты?

The XXV FIG International Congress in Malaysia. Kuala Lumpur, Malaysia, 16–21 June 2014. “Engaging the Challenges, Enhancing the Relevance”.
http://www.fig.net/fig2014/
Call for papers: http://www.fig.net/fig2014/downloads/call_flyer.pdf

Las misiones del Curso de Ingeniería en Agrimensura.
Carrera de Grado: Ingeniería en Agrimensura. Título: Ingeniero Agrimensor.
¿Qué es la Agrimensura? http://www1.herrera.unt.edu.ar/faceyt/agrimensura/
Perfil del Egresado, Incumbencias Profesionales y Plan de Estudio:


http://www.unt.edu.ar/archivos/files/ca ... mensor.pdf
Fuente: Faculdad de Ciencias Exactas y Tecnologia. Universidad Nacional de Tucumán (fundada el 25 de mayo de 1914). República Argentina.

Citação:
Na França

Ingénieur en topographie.
«L'ingénieur géomètre-topographe de l'Insa, fort d'une double compétence scientifique et technologique, est appelé à assurer les plus hautes responsabilités au sein d'une entreprise. Il possède une base scientifique large et solide qui lui confère des outils de conception performants et polyvalents».
«L'Insa de Strasbourg : une grande école ».
http://www.insa-strasbourg.fr/fr/ingeni ... opographie
Référence: Institut National des Sciences Appliquées (INSA)
Strasbourg – France


Editado pela última vez por mensor em Sex Dez 20, 2019 4:02 pm, em um total de 246 vezes.

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MensagemEnviado: Sáb Mai 25, 2013 3:36 pm 
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ADOLFO KERN/DANIEL URTADO,


ATE QUE FIM VOCE FALA EM PORTUGUES CREDO...............
ESSE SEU DISCO, ESTÁ MUITO ARRANHADO, JA ESTA TOCANDO DO OUTRO LADO...............
PARA COM TANTA BABOSEIRA, VAI A APRENDER PUXAR UMA TRENA CORRETAMENTE..............

ATE AGORA VOCE NÃO ME RESPONDEU, JÁ QUE SABE TANTO:

QUAL A MARCA DO GPS, USADO PELO IBGE..............
QUANTO CUSTO UM GPS DESSE..............
COMO É FEITO O RASTREAMENTO DO IBGE...............


CARLOS/Nordeste.....


Editado pela última vez por carlos souza lima em Sáb Mai 25, 2013 9:20 pm, em um total de 2 vezes.

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MensagemEnviado: Sáb Mai 25, 2013 9:16 pm 
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Registrado em: Sex Mar 15, 2013 11:52 am
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OLÁ ADOLFO KERN/DANIEL URTADO,


ATÉ QUE FIM VOCÊ FALA EM PORTUGUES ALELUIA...............
ESSE SEU DISCO COLEGA, ESTÁ MUITO ARRANHADO, JÁ ESTA TOCANDO DO OUTRO LADO..............
PARA COM TANTA BABOSEIRA INUTIL, VAI APRENDER A PUXAR UMA TRENA CORRETAMENTE..............

AINDA NÃO ME RESPONDEU, JÁ QUE SABE TANTO:

-QUAL A MARCA DO GPS, USADO PELO O IBGE..............
-QUANTO CUSTA UM GPS DESSE..............
-COMO É FEITO O RASTREAMENTO DO IBGE, É DIFERENTE DO NOSSO JEITO...............
-QUAL O GPS MAIS PRECISO DO MUNDO................
-QUANTO CUSTA ESTE GPS MAS PRECISO DO MUNDO...............

ATÊ BREVE COM UM TÓPICO QUE SEJA MAIS UTIL, PARA ESTE FORUM..............


DIGO: CARLOS/Nordeste


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MensagemEnviado: Qui Mai 30, 2013 11:46 pm 
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Registrado em: Qua Dez 26, 2012 7:00 pm
Mensagens: 740
Sr. Mensur Vamos em primeiro lugar entender o que acontece em outros países mais adiantados que o nosso : Duração do curso de engenharia 3 ANOS !!! No nosso pais dos Tupiniquins são 5 anos !!! somos mais burros que eles ou muito mais inteligentes?

O R I G I N A L
Vermessungswesen und Geomatik
Beuth Hochschule für Technik Berlin. University of Applied Sciences
Dauer: 6 Semester
Titel: Bachelor of Engineering
“Das Bachelorstudium Vermessungswesen und Geomatik an der Beuth Hochschule in Berlin geht normaler Weise über 6 Fachsemester. Der Fachbereich 3 ist zuständig. Es ist kein Vorpraktikum erforderlich. Nach erfolgreichem Studium schließen die Studierenden den Bachelorstudiengang mit den Titel Bachelor of Engineering ab.”
http://www.berlin-studis.de/fachhochsch ... matik.html

T R A D U Z I N D O
Topografia e Geomática
Beuth Universidade de Ciências Aplicadas de Berlim. Universidade de Ciências Aplicadas
Duração: 6 semestres
Título: Bacharelado em Engenharia
"Geodésia programa de bacharel e Engenharia Geomática da Universidade Beuth em Berlim, é normalmente mais de 6 semestres. 3 O Departamento é responsável. Não há estágio requerido. Após estudos bem-sucedidos incluem os alunos de bacharelado com um bacharel em engenharia de ".
http://www.berlin-studis.de/fachhochsch ... matik.html


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MensagemEnviado: Qui Mai 30, 2013 11:54 pm 
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Registrado em: Qua Dez 26, 2012 7:00 pm
Mensagens: 740
AH!!! EM TEMPO... NO BRASIL TÍTULO DE ENGENHEIRO É SÓ PRA QUEM CURSOU DURANTE 5 ANOS, 3 ANOS É TECNOLOGO E ESTE TÍTULO NÃO INTESSA PRA BRASILEIRO MESMO QUE DEPOIS VÁ PRESTAR CONCURSO DE R$ 2.160,00/MES.!!!


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MensagemEnviado: Sex Mai 31, 2013 12:22 am 
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Registrado em: Qua Dez 26, 2012 7:00 pm
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Só para seu governo Sr. Mensur, este valor acima ganhei no dia de ontem me apresentando como TOPÓGRAFO!


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MensagemEnviado: Seg Jun 03, 2013 1:42 pm 
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Registrado em: Qua Dez 26, 2012 7:00 pm
Mensagens: 740
Tem mais Sr Prof. Mensur, já que es um profissional da educação saiba que as prefeituras precisam entrar na era do GIS (ou SIG) e o País carece de profissionais da área em grande escala para atender a demanda ou melhor dizendo fiscalizando exigindo para que todos profissionais entrem nesta nova era. Mas enquanto a topografia e geomática estiver com esta mentalidade de Elite, faltará profissionais para isso e toda nossa comunidade estará prejudicada.- Questão de opinião-


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MensagemEnviado: Ter Jun 04, 2013 8:39 am 
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Registrado em: Seg Mar 25, 2013 7:42 am
Mensagens: 136
Enquanto se discute validades de títulos para eng. agrimensor/cartógrafos ou eng.cartógrafo/agrimensor os registros de imóveis continuam referenciadas no pé da bananeira terminando no abacateiro daí seguindo pelo córrego da incoerência até chegar no bolso do reitor, Daí o cara segue feliz por ser mais um Engenheeeeeiro! (duas vezes pra ficar bem confirmado que es engenheeeeeiro!)


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MensagemEnviado: Qua Jun 05, 2013 12:10 pm 
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Registrado em: Qua Dez 26, 2012 7:00 pm
Mensagens: 740
É isso aí Tiago, o que deveria ser nosso está indo parar nas mão de arquitetos, geólogos, civil, até eng.º eletricista !
Por isso continuo na minha de TOPÓGRAFO. e os acadêmicos plenos também......!!!!!


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MensagemEnviado: Sex Jun 07, 2013 1:06 pm 
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Registrado em: Qua Mai 15, 2013 9:32 am
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Quanta baboseira !!. Quase todos os dias qualquer Bom Dia Brasil da vida ou qualquer noticiário internacional, diz que cada vez mais O MUNDO precisa de Técnicos ( bem traduzido = Profissionais q apontem soluções,ponham a mão na massa e resolvam problemas quaisquer que sejam de projeto e/ou execução dentro das Especificações,normas técnicas,legislação...... Etc vigentes !


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