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MensagemEnviado: Ter Nov 21, 2017 12:19 pm 
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Registrado em: Ter Nov 21, 2017 12:07 pm
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Em 2014 fiz alguns trabalhos georreferenciamento urbano, onde alguns deles eu colocava o código de georreferenciamento urbano, já em 2015 isso já não existia mais.
Fiquei pensando porque? Então vi que os municípios órgão e setor privado estava cada vez mais solicitando que nas plantas entregues seria necessário que fossem georreferenciado ao sistema geodésico brasileiro.
Engraçado mas ai sim eu entendi porque o código caio. Se por um acaso fosse cobrado o devido código assim como no INCRA boa parte dos profissionais não poderiam mais realizar a atividade já que emitem ART de levantamento topográfico por não serem habilitados a fazerem serviços na área de geodésia ou georreferenciamento. O Crea então estava fazendo politica com a maioria que não tem habilitação para o serviço e abusarem de uma classe que sempre esteve quieta deixando os profissionais que são habilitados no prejuízo.
Aos Habilitados, Engenheiros e Técnicos não podemos deixar isso quieto, reclamem para as camarás especializadas.


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MensagemEnviado: Sáb Nov 25, 2017 6:01 pm 
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Registrado em: Qua Dez 26, 2012 7:00 pm
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O problema é que na grande maioria das prefeituras ninguém sabe ao certo o que vem a ser GEORREFERENCIAMENTO, bem diferente do pessoal do geo rural, onde existe profissionais do ramo e sabe exigir ---prefeituras não sabem....
Tenho pego loteamento APROVADOS em UTM (que já é um erro) e que não bate nada com nada !!!!

A questão é falta de competência mesmo !!!

CULPADOS: Nós mesmos que não denunciamos essas aberrações, tudo que fazemos é dar o “jeitinho brasileiro” para não perder o cliente! Enquanto isso sua habilitação fica pendurado enfeitando a parede.


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MensagemEnviado: Ter Nov 28, 2017 6:29 am 
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Registrado em: Qui Ago 31, 2017 5:51 pm
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Em UTM é um erro?


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MensagemEnviado: Ter Nov 28, 2017 3:33 pm 
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Registrado em: Dom Set 02, 2012 10:03 am
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. Para os imóveis urbanos não existe ainda estrutura técnica. A precisão do levantamento apóia-se exclusivamente na responsabilidade do profissional. E é importante lembrar outro ponto: a precisão da determinação dos limites de imóveis rurais é de 50 cm
Para imóveis urbanos a precisão teria que ser maior, em torno de 6 a 10 cm, se adotada a mesma metodologia do caso dos imóveis rurais.

Eu particularmente acho que o georreferenciamento urbano só vai “virar” quando houver uma lei nacional de cadastro? e não poderia simplesmente uma pessoa fazer um cursinho de 3 horas pela internet e já se intitular georreferenciador, não estou aqui falando contra ninguém, sei que existe muitos profissionais competentes mas, a estrutura teria que se monstruosa para todos imóveis urbanos do Brasil de forma concatenada . Muitas cidades têm na justiça, briga por fronteiras a décadas, e não é fácil se chegar a um consenso devido a uma série de erros cometidos ao longo do tempo.


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MensagemEnviado: Ter Nov 28, 2017 5:42 pm 
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Registrado em: Qua Dez 26, 2012 7:00 pm
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Tá ai um assunto interessante!

Venda “ad mensuram”: o preço do imóvel é pago por medida de extensão, e não por corpo certo. Exemplo: adquiro 250m2 de terreno, ao preço de R$1000,00 por m2, perfazendo um total de R$ 250.000,00. A compra, nesse caso, ocorre em função da unidade de medida (“ad mensuram”) adquirida. — Se compro 250m2 e recebo 245m2, tenho direito ao abatimento relativo a 5m2 (no exemplo, R$5.000,00), pois paguei por algo que efetivamente não recebi, ou então tenho direito à complementação do terreno, quando possível.

Isso sem contar o pagamento do IPTU de algo que não existe, ou se existe ficou para algum vizinho que não paga nada por isso!!!

Quando os agrimensores conscientizarem seu clientes de que ele tem valore$$$ a receber os empreendedores & corretores irão se preocupar mais !!!!

Não espere nada do CREA, o bolso é a parte mais sensível do corpo humano! - Questão de opinião-


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MensagemEnviado: Qua Nov 29, 2017 8:33 am 
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Registrado em: Qua Dez 26, 2012 7:00 pm
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SENHORES AGRIMENSORES,
NOSSO PÚBLICO ALVO TEM QUE SER O CONSUMIDOR , NOSSOS OLHOS TEM DE ESTAR VOLTADOS A ELES SE QUISERMOS ALGUM RETORNO...

VAMOS FAZER COM QUE O PÚBLICO CONSUMIDOR PRESSIONE O CREA EM SUA DEFESA.

JUSTIFIQUE AO CONSUMIDOR:

Não basta as medidas estar de acordo com a escritura, existe ainda a possibilidade do deslocamento do terreno o qual implica na sobreposição no terreno vizinho, daí tantas ações impetradas na justiça! -
Por motivos óbvios, cresce cada vez mais as adesões entre empreendedoras de loteamentos no sentido da obrigatoriedade ao adquirente em conferir e/ou remarcar seu lote, através de profissionais contratados sob sua conta e risco. Transferindo desta feita os eventuais infortúnios .
Porém, ”…para que tenha valor de julgamento é preciso especificação correta de qualidade, garantia contratual (contrato escrito) e legal (ART)…“, para assim, obter o respaldo perante o CREA e ao CDC (Código de Defesa do Consumidor).
Nesse sentido, cabe às partes formalizar contratos com o conteúdo técnico específicos , no caso: “posicionamento com relação ao projeto” , para que não dê margem a dúbias interpretações quanto a obediência às normas e portarias vigentes, (que veremos a seguir). Enfim, relatórios técnicos com ART , tem de ser convincentes e de forma isonômica a uma peritagem judicial se por ventura vier a acontecer. (obedecendo normas que valem tanto para o perito do juiz, quanto para o assistente do acusado)
Obviamente, não há comparativos quanto ao “aparente aumento nos custos” em relação ao “puxar” as medidas do muro vizinho, postes, cercas, guias, dentre outros, até permitidos na velha topografia convencional.
Mas também não há de se negar as legitimidades trazidas pelas NBRs da ABNT e portarias do Ministérios da Cidade, pós advento do GPS geodésico, quando ali naquele investimento há uma vida de lutas e sacrifícios a ser levada em conta, sem contar o comprometimento à harmonia entre vizinhanças! – É aí que o diferencial dos custos se tornam insignificantes!

OUTRAS CONSIDERAÇÕES:
A bem da verdade, os empreendedores entregam os lotes “demarcados” findando aí suas responsabilidades, sem oferecer nenhum certificado de garantia sacramentado pelo SGR (Sistema Geodésico de Referência) tais como: Latitudes /Longitudes em seus vértices.- Cabendo aos adquirentes a preservação das demarcações, que em muitos casos nem existem mais, mesmo no momento da compra e venda de imóvel !
Muito embora, a Portaria 511/2009 do Ministério das Cidades recomenda em seu artigo 26 que os municípios exijam a demarcação dos vértices dos imóveis nos novos parcelamentos e que sejam georreferenciados ao SGB (Sistema Geodésico Brasileiro). ABNT -NBR 14166/98 recomenda “amarrar”, de um modo geral, todos os serviços de topografia, visando as incorporações às plantas cadastrais do município…
Na prática, infelizmente estas recomendações não vem sendo adotada 100% por gestores público e privado, atentando-se tão somente à Lei do Parcelamento n. 6766/1979, que não traz estas menções, evidentemente por ter nascida antes da tecnologia espacial que temos hoje, mais conhecida como GPS. (Sistema Global de Posicionamento).
Em virtude das lacunas da lei, a ABNT através da NBR n° 14.645-2/2005 recomenda que a referência seja a quadra correspondente georreferenciada,- Assim sendo, nunca basear-se pela divisa do vizinho, postes, guias etc. como acontece na maioria dos casos que abarrotam as barras dos tribunais.
Entretanto, fatores adversos como: ação do tempo, roçadeiras, terraplenagem, construções etc, acabam por destruir os marcos divisórios implantados. Somente no momento do projeto e construção, o adquirente se dará conta que a preciosa demarcação do seu lote não existe mais! Então, manda remarcar: contrata-se o topógrafo, (geralmente o “mais em conta”) quando não o próprio pedreiro o faz. O mensurador por sua vez, sem as referências que deram origem as primitivas demarcações (que também não existirem mais) arrisca a sorte! Na contra mão daABNT apela às pobres descrições da escritura onde reza: “…do lado direito faz divisa com o lote X com tantos metros; nos fundos com lote Y com tantos metros…etc”, sem levar em conta seu posicionamento geográfico, onde basta um erro de relocação em uma das parcelas para desencadear o efeito dominó distorcendo as demais em relação ao seu projeto original.
As consequências de um posicionamento errado de uma obra pode levar anos para que venha à tona, sendo impossível corrigir tais erros após a obra implantada. Quando há invasão significativa será passível até de uma desagradável ação demolitória! – (De todo modo, o melhor é que um advogado, munido de todos os documentos, avalie pessoalmente a questão).


Latitude/Longitude nos vértices, o tira teimas da propriedade, obedecendo os critérios do referencial único estabelecido pelo SGB (Sistema Geodésico Brasileiro)referenciadas às diversas estações de referências homologadas pelo IBGE e disponíveis na internet (portanto públicos) para que tenha valor legítimo de julgamento perante qualquer Ação Judicial que por ventura venham a surgir com relação a dúvidas da vizinhança.

“O agrimensor, no que tange a legalidade do exercício da profissão, é o primeiro e único profissional citado para atuar nos processos da “Ação de Divisão e da Demarcação de Terras particulares”, conforme preceitua o Capítulo VIII, Seção I, II e III, Art. 946 ao 981 do Código de Processo Civil Brasileiro”.


Editado pela última vez por HONORATO em Qua Nov 29, 2017 9:34 am, em um total de 3 vezes.

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MensagemEnviado: Qua Nov 29, 2017 9:27 am 
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Registrado em: Qua Dez 26, 2012 7:00 pm
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http://www.creasp.org.br/profissionais/ ... e-objetiva

CHEGA DE FICAR COM CHAPÉU NAS MÃOS IMPLORANDO AO CREA OLHAR POR NÓS...
VAMOS JOGAR A POPULAÇÃO PRA CIMA DELES !!!

VALE TAMBÉM PARAS OS ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS QUE PÕE SEU "CARIMBAÇO" DE "APROVADO!" NOS PROJETOS.

OBS; O PROJETO SINTER PREVÊ CONSÓRCIOS ENTRE PREFEITURAS QUE NÃO DISPÕE DE PROFISSIONAIS CATEGORIZADOS PARA ESTES FINS.

---NÓS NÃO VAMOS MAIS PAGAR O PATO!---

O BRASIL, TEM JEITO SIM!


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MensagemEnviado: Qui Nov 30, 2017 4:13 pm 
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Registrado em: Ter Dez 11, 2012 9:36 am
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"Tenho pego loteamento APROVADOS em UTM (que já é um erro) e que não bate nada com nada !!!!"

Aqui também, tudo em UTM. fora os loteamentos executados em cima das medidas das matrículas (só realizam um planialtimétrico geral sem conferir as divisas) e que quando chega em campo não bate nada com nada. Quando aparece algo aqui, proponho as devidas correções e esbarro em "custará caro", "levará muito tempo", "será muito burocrático", "portanto vamos deixar assim, pois já temos compradores para os lotes".
Aí é melhor perder o serviço do que se meter numa enrascada.


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MensagemEnviado: Sex Dez 01, 2017 3:25 pm 
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Registrado em: Qua Dez 26, 2012 7:00 pm
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Pois é, cltctba!

É que o prejudicado não reclama, compra gato x lebre e arca com os prejuízos em todos os sentidos, até na hora da venda (vai responder por isso) por desconhecimento das leis!!!

É aí que o bom profissional orienta seus clientes, pra isso há em sua grade escolar o Direito e Legislação de Terras, coisa que os corretores (CRECI) deveriam ter também !

Para eles tem o PROCON !


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MensagemEnviado: Seg Dez 04, 2017 10:39 am 
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Registrado em: Ter Nov 21, 2017 12:07 pm
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HONORATO escreveu:
O problema é que na grande maioria das prefeituras ninguém sabe ao certo o que vem a ser GEORREFERENCIAMENTO, bem diferente do pessoal do geo rural, onde existe profissionais do ramo e sabe exigir ---prefeituras não sabem....
Tenho pego loteamento APROVADOS em UTM (que já é um erro) e que não bate nada com nada !!!!

A questão é falta de competência mesmo !!!

CULPADOS: Nós mesmos que não denunciamos essas aberrações, tudo que fazemos é dar o “jeitinho brasileiro” para não perder o cliente! Enquanto isso sua habilitação fica pendurado enfeitando a parede.


Boa resposta! Mas acredito ainda que se pressionar o CREA eles terão que fazer alguma coisa e no demais a classe de agrimensores deveria ser unida ao ponto de estar junto nesta luta com os Engenheiros Cartógrafos Técnicos em agrimensura e em Engenheiros Agrimensores para que fosse então chamado a atenção do ministério publico contra esses delitos.


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